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11 de agosto de 2017, 13:56h

Com presença feminina, Brasil quer o topo na Cone Sul

Com a presença de uma menina, a equipe brasileira está de malas prontas rumo a mais um torneio olímpico de Matemática. A competição da vez é a 28ª Olimpíada Matemática de Países do Cone Sul, realizada este ano em Guayaquil (Equador), de 15 a 21 de agosto.

O Brasil será representado por Mariana Bigolin Groff, de Frederico Westphalen (RS); Bernardo Peruzzo Trevizan, de Canoas (RS); Bruno Barros de Sousa, de Xambioá (TO), e Marcelo Hippolyto Peixoto, de Fortaleza (CE). A equipe será liderada pelo professor Rodrigo Villard e coliderada por Rafael Kazuhiro Miyazaki.

A equipe do Brasil da IMO não contou com nenhuma adolescente. Multimedalhista da OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), Mariana foi uma das integrantes da primeira equipe feminina do Brasil na EGMO (Olimpíada Europeia de Matemática para Meninas), disputada este ano na Suíça, onde conquistou a medalha de bronze.

No Equador, disputam as medalhas 32 estudantes de oito países da América do Sul: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Equador, Paraguai, Uruguai e Peru. As provas serão aplicadas em 17 e 18 de agosto. O resultado será divulgado durante a cerimônia de premiação, no dia 20.

A Cone Sul é destinada a estudantes secundários cujo compromisso com a Matemática vá além do plano de estudos na escola. A primeira edição do torneio aconteceu em 1989, no Uruguai. Desde então a Olimpíada Matemática de Países do Cone Sul é realizada anualmente, sempre em um país diferente.

Além de incentivar o estudo da Matemática, o objetivo da Cone Sul é promover o intercâmbio social, cultural e interdisciplinar entre os jovens dos países sul-americanos.
O Brasil participa desta olimpíada desde a primeira edição e acumula medalhas e bom desempenho. Em 2016, voltou para casa com três pratas e um bronze.