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O Número pi parece esquisitão

Em sua coluna na Folha, Marcelo Viana conta a história do misterioso número 3,1415

O Número pi parece esquisitão, mas é fonte inesgotável de maravilhas

Todos nós fomos apresentados ao π na escola, mas acredito que para muitos isso tenha sido mais motivo de desconforto que de encantamento. Para a maioria, fica apenas a impressão de que se trata de um esquisitão, “um número que não acaba nunca”. É pena, porque o π é realmente uma fonte inesgotável de maravilhas.

Os gregos da antiguidade já sabiam que, quando desenhamos um círculo, o seu comprimento (que eles chamaram de perímetro, ou circunferência) é proporcional à largura (melhor, ao diâmetro). Ou seja:

perímetro = constante vezes diâmetro

em que a constante é sempre a mesma, qualquer que seja o círculo. Uma constante assim merece ter nome: os gregos a chamaram de π, que é a inicial da palavra “perímetro” em grego. Na verdade, tudo isto já era conhecido antes –os gregos aprenderam muitas destas coisas com os egípcios e os babilônios, como por exemplo que π é um pouco maior do que 3.

Mas saber exatamente quanto ele vale é outra história…

Para ler na íntegra, acesse o site do jornal ► https://goo.gl/QXawoy
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