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2 de maio de 2018, 10:33h

A matemática deve estar sempre presente, diz Viana na Folha

Reprodução da coluna de Marcelo Viana na Folha de S. Paulo

Acho que para mim a matemática sempre existiu.

Aos cinco anos de idade, andava de mãos dadas com minha mãe, que também foi minha primeira professora. Ela para por instantes na praça da pequena aldeia onde morávamos, em Portugal, para me ensinar a ver as horas no relógio da igreja. 

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Era uma manhã fria mas ensolarada, e eu ainda lembro as explicações sobre o ponteiro grande e o pequeno.

Por essa altura também, meu pai chega com uma frase de efeito: “Afinal de contas, 7 cigarros são 14 pontas!” Não significa nada, mas serve de motivo para descobrirmos juntos que “6 cigarros são 12 pontas” etc. Depois de “1 cigarro são 2 pontas” pergunta, capciosamente: “então meio cigarro é uma ponta só?”. Sorri, ao ver que o filho não cai fácil assim.

Pais são fundamentais, professores também. Dei sorte de ter tido bons professores de matemática. Foram cinco, começando com minha mãe, e recordo cada um deles. 

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Coluna de Marcelo Viana na Folha é publicada no impresso