Navegar

12 de September de 2018, 10:19h

Condorcet levou matemática à Justiça e às eleições

Reprodução da coluna de Marcelo Viana, na Folha de S.Paulo

Marie Jean Antoine Nicolas de Cantat, marquês de Condorcet, nasceu na França em 1743. Defensor das ideias liberais do Iluminismo —igualdade de direitos para todos, voto feminino, educação pública e gratuita, abolição da escravatura e da pena de morte, governo constitucional—, morreu na prisão aos 50 anos de idade.

Seu talento científico foi reconhecido desde cedo, o que o levou a se tornar matemático e não militar, como a família esperava.

Leia também: OBMEP chega aos alunos do 4º e 5º anos do Fundamental
Com ouro perfeito, Brasil ganha quatro medalhas na OMCPLP
Comunicação do IMPA recebe reconhecimento internacional

Publicou trabalhos sobre cálculo, probabilidade e estatística, correspondeu-se com cientistas de renome na França e no exterior e alcançou destaque internacional, sendo eleito para várias academias de ciências.

A partir dos 30 anos, assumiu diversas funções administrativas e políticas e se interessou cada vez mais pelas aplicações da matemática às ciências sociais.

Trabalhos que publicou em 1785 contêm algumas de suas descobertas mais marcantes.

Partindo da hipótese de que as pessoas têm propensão, ainda que pequena, a tomar decisões baseadas nos fatos, Condorcet demonstrou matematicamente que o resultado de uma votação é tanto melhor quanto maior for o número de eleitores.

Para ler o texto na íntegra acesse o site do jornal ou confira na versão impressa

A Folha permite que cada leitor tenha acesso a dez textos por mês mesmo sem ser assinante.

Leia também: Programas temáticos podem receber até R$ 200 mil
IMPA abre inscrições para bolsas no Curso de Verão 2019
IMPA abre concurso para contratar pesquisador